Olá meninas!

25/11/2015
Por Kênia Nepomuceno

Nosso post não é um assunto legal, mais  temos o dever de divulgar hoje e sempre! É sobre o dia internacional da Não Violência contra a  mulher!

A violência contra a mulher é fenômeno universal que atinge, indistintamente, todas as classes sociais, etnias, religiões e culturas, indiferente aos níveis de desenvolvimento econômico e social.

A cada três mulheres no mundo já sofreram algum abuso, seja, físico, psicológico, cerca de 120 milhões de meninas submetidas ao ato sexual foçado,133 milhões de meninas e mulheres mutiladas nas genitais, segundo dados da ONU
Muito importante deixarmos um pedacinho , uma sementinha para mobilizar a violência contra a mulher. Vamos denunciar os agressores, seja quem for, uma hora um tapa, uma briga se transforma em algo pior : a morte! Não tenham medo da opressão do agressor. Salve uma vida, sua vida!
Liguem na Polícia, peçam ajuda aos familiares. Em Uberaba temos o Caism- Centro de Atendimento Integral a Saúde da mulher.

Quais os tipos de violência mais comuns contra as mulheres:

  1. o fato de ser simplesmente mulher
  2. violência doméstica ou relação de familiaridade: afetividade , coabitação, ou seja, (pai…filho…mãe),ou civil( marido, sogra, namorado, padrastos e outros)afinidade(primo, tio do marido)afetividade(amigo(a) que morem na mesma casa) se classificam como violência doméstica. Estas violências incluem abuso físico, sexual, psicológico, negligência e abandono. A violência física é caracterizada pela ação ou omissão que coloque em risco ou cause dano à integridade física de uma pessoa, podendo causar lesões internas, externas ou ambas.
  3. violência sexual– No caso de violência sexual, a pessoa é obrigada a manter contato sexual, físico ou verbal, ou a participar de outras relações sexuais com uso da força, intimidação, coerção, chantagem, suborno, manipulação, ameaça ou qualquer outro mecanismo que anule ou limite a vontade pessoal. Considera-se como violência sexual também o fato de o agressor obrigar a vítima a realizar alguns desses atos com terceiros. De acordo com o Código Penal Brasileiro de 1940: a violência sexual pode ser caracterizada de forma física, psicológica ou com ameaça, compreendendo o estupro, a tentativa de estupro, a sedução, o atentado violento ao pudor e o ato obsceno (Brasil, 2009).A violência moral é a ação destinada a caluniar, difamar ou injuriar a honra ou a reputação.
  4. violência psicológica- é ação ou omissão destinada a degradar ou controlar as ações, comportamentos, crenças e decisões de outra pessoa por meio de intimidação, manipulação, ameaça direta ou indireta, humilhação, isolamento ou qualquer outra conduta que implique prejuízo à saúde psicológica, à autodeterminação, à auto-estima ou ao desenvolvimento pessoal.Ainda temos a violência na forma de omissão de responsabilidade de um ou mais membros da família em relação a outro, sobretudo àqueles que precisam de ajuda por questões de idade ou alguma condição física, permanente ou temporária, chamada de negligência.
    E, finalmente, a violência patrimonial que implica dano, perda, subtração, destruição ou retenção de objetos, documentos pessoais, bens e valores.
(Fonte: Informações tiradas da internet)

Para maiores informações entrem nos links abaixo , vamos curtir e compartilhar !

http://www.blogdomauro.com.br/geral/no-dia-da-nao-violencia-contra-a-mulher-onu-inicia-acoes-de-combate-a-opressao/25836

http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=12273

Agenda de hoje para Uberaba sobre o dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher .

  • atividades no período da manhã no calçadão da Arthur Machado, com distribuição de folhetos explicativos e telefones de disque denúncia.
Horários:
  •  manhã- 9:30 Às 11:30 Calçadão Arthur machado.
  • tarde-13:30 às 16 h – será realizada no Caism- Av Leopoldino de Oliveira Nº 1.160.  Quase em frente Supermercados Bretas.
Temas abordados:  roda de conversa sobre o tema e oficina de beleza e autoestima. “Vamos promover um debate sobre o tema, trocando ideias, sugerindo novas ações para cada vez mais proteger a mulher quanto à violência”, diz. Coordenadora do Caism, Lélia Inês Teixeira.
Espero que tenham gostado, beijosss!

 

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